Sim e não
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A Igreja já partia em vantagem, mas tem tratado de armazenar maior fôlego: a cerca de um mês do referendo, é nas missas e na Renascença que se tem feito a campanha mais séria, acutilante, eficaz e, simultaneamente, a mais danosa para quem acredita que o “Sim” não terá tão cedo hipóteses de se referendar de novo. E com Cavaco Silva na Índia, o histerismo viajante dos “media” não regressa com profundidade ao tema nos próximos 10 dias.
A propósito, sugiro a leitura dos textos da Helena – ver aqui -, do Rui Costa - ver aqui - e do Obsecado (sic) – aqui.
GO
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